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ORIGEM
'Vinaigre' (do francês) era um termo aplicado para designar produto obtido pela acetificação do vinho. A palavra guarda ainda esta significação do passado, sendo porém ampliada, denominando também produtos semelhantes, obtidos a partir de outras matérias-primas. Provavelmente, a palavra constituiu-se a partir da combinação entre vinum (vinho, relacionado à uva) e acre (adjetivo proveniente de acrimônia, que significa “veemência de sabor e de cheiro”). A forma utilizada em português tem mais semelhança com a do catalão, “vinagre”. CONSUMO O brasileiro consome pouco vinagre: uma família de quatro pessoas gasta, em média, uma garrafa de 750 ml por mês de vinagre. O consumo brasileiro situa-se em 0,6 l/ano e na Europa é de 4,0 l/ano. A preferência do brasileiro varia de acordo com a região. Em São Paulo, consome-se mais o vinagre proveniente de vinho tinto, no Rio de Janeiro prefere-se o branco; e na região Nordeste elege-se o de álcool. O baixo poder aquisitivo e os custos consideráveis para a produção de vinagres finos fazem com que a população consuma uma variedade e quantidade bastante pequena de vinagre. Aliás, o produto mais vendido no país não chega a ser sequer vinagre. Trata-se de agrin, um composto menos elaborado, comprado pela maioria dos brasileiros, que o consomem como se fosse vinagre. VERSATILIDADE O vinagre é utilizado desde a antiguidade, nas receitas mais diversas. Além de tempero, servia para melhorar a digestão, matar a sede, curar ferimentos e doenças, combatia a tristeza! Ao longo do tempo, os povos descobriram outras propriedades. Eis algumas delas, acessíveis com vinagres menos requintados:
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